Pra variar, estou com histórias acumuladas a contar.
Nos últimos dois meses minha vida virou do avesso. Passei precocemente na universidade(federal!), que era meu sonho(e dos meus pais) desde que ainda nem sabia direito pra que servia isso. Do nada, vi minha vida mudar tão rapidamente que não tive tempo de assimilar todas as mudanças. Mudei de vida, por opção. Eu poderia simplesmente esperar o fim do ano(que seria o tempo "certo" pra me tornar uma universitária) e aproveitar os últimos momentos colegiais, mas eu não suportava mais a inércia que movia minha vida(uma hora, isso cansa qualquer um!), não aguentava mais os mesmos problemas, as mesmas preocupações, os velhos amores, as velhas decepções diárias... Não posso negar, vou sentir uma saudade sem tamanho das verdadeiras amizades do colégio, dos abraços de bom dia, das piadas, dos comentários inúteis, das conversas descompromissadas (e das que iam além da cumplicidade), dos olhares que diziam tudo, das broncas e conselhos diários...vou sentir muita falta disso tudo(e já estou sentindo!).
Mas essa nova experiência está longe de ser ruim ou de me causar arrependimento. Conheci mais gente em um mês do que conheceria em um ano inteiro; gente diferente...diferente de mim, diferente do que eu estava acostumada...e isso é tão bom que não sou nem capaz de descrever a sensação(como tudo novo é empolgante, a dramaticidade não deve ser de se espantar).
Dentre as novas pessoas, algumas me chamaram atenção; algumas pela simpatia e bom humor(daquelas que dá pra ver que vão tornar os dias mais divertidos), outras pelo jeito de ser(do tipo que dá pra se imaginar sendo amiga) e outras, por motivos inexplicáveis(é, justamente por essas que eu me apaixono!).
Mais uma vez sinto que estou sempre andando em círculos e caindo mais uma vez nas histórias de amor(afinal, tenho mania para elas, né!?), mas me alivia saber que pelo menos eu as tenho pra contar, é bom sinal o fato de eu ainda não ter desistido do tal amor(sem aspas e sem dúvidas!).
domingo, 30 de agosto de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Angústia...
Escrever me acalma, e é isso que estou tentando fazer agora, me acalmar.
Eu odeio a sensação (muito comum ultimamente em minha vida) de angústia, de aperto, de sufoco. Um certo filósofo(Sartre!) já disse certa vez que vivemos dessa maneira angustiante constantemente e que esse sentimento nada mais é do que a incerteza que acompanha todas nossas atitudes, todas nossa escolhas, decisões.
Tudo que fazemos tem consequências e o medo delas é o motor disso tudo. Por maior que seja a previsibilidade dos fatos subsequentes, ainda assim, nossas escolhas (ou, melhor dizendo, a idéia de ter que tomar uma decisão) têm a capacidade nata de criar em nós temores internos.
Nos últimos dias minha angústia aumentou, com razão. Tomei algumas decisões, todas frutos de situações que comumente se tem o costume de deixar de lado e esperar até que suas implicações não sejam mais tão importantes.
Mas eu escolhi...escolhi escolher. No meu caso, as consequências ainda importam, muito. Ainda me dói a idéia, a angústia. O medo ainda está aqui e ver tudo acontecendo diante dos meus olhos como resultado inevitável de minhas ações ainda me assusta.
Eu fiz minha escolha e sei que a probabilidade de que os efeitos dela não agradem meu lado sentimental e insano são gigantescas.
Mas eu não conseguia mais conviver com as outras angústias. Elas estavam me sufocando e se acumulando; nenhuma minimizava a outra, nem tinha previsão de acabar tão cedo. O que sinto agora é diferente, como se fosse fruto de uma sentença de felicidade ou sofrimento e, por mais dramático que isso soe, ainda me parece reconfortante.
Até agora, tudo não passava de um jogo de suposições.Suposições absurdas, arriscadas. Não se pode supor sentimentos, intenções. Acreditar cegamente na existência de ambos, sem demonstrações ou fatos em que se embasar não é algo racional.
E, nesse momento, a única coisa que estou tentando fazer é usar a razão na esperança de que ela ponha fim às angústias que a "outra face da moeda" criou.
Eu odeio a sensação (muito comum ultimamente em minha vida) de angústia, de aperto, de sufoco. Um certo filósofo(Sartre!) já disse certa vez que vivemos dessa maneira angustiante constantemente e que esse sentimento nada mais é do que a incerteza que acompanha todas nossas atitudes, todas nossa escolhas, decisões.
Tudo que fazemos tem consequências e o medo delas é o motor disso tudo. Por maior que seja a previsibilidade dos fatos subsequentes, ainda assim, nossas escolhas (ou, melhor dizendo, a idéia de ter que tomar uma decisão) têm a capacidade nata de criar em nós temores internos.
Nos últimos dias minha angústia aumentou, com razão. Tomei algumas decisões, todas frutos de situações que comumente se tem o costume de deixar de lado e esperar até que suas implicações não sejam mais tão importantes.
Mas eu escolhi...escolhi escolher. No meu caso, as consequências ainda importam, muito. Ainda me dói a idéia, a angústia. O medo ainda está aqui e ver tudo acontecendo diante dos meus olhos como resultado inevitável de minhas ações ainda me assusta.
Eu fiz minha escolha e sei que a probabilidade de que os efeitos dela não agradem meu lado sentimental e insano são gigantescas.
Mas eu não conseguia mais conviver com as outras angústias. Elas estavam me sufocando e se acumulando; nenhuma minimizava a outra, nem tinha previsão de acabar tão cedo. O que sinto agora é diferente, como se fosse fruto de uma sentença de felicidade ou sofrimento e, por mais dramático que isso soe, ainda me parece reconfortante.
Até agora, tudo não passava de um jogo de suposições.Suposições absurdas, arriscadas. Não se pode supor sentimentos, intenções. Acreditar cegamente na existência de ambos, sem demonstrações ou fatos em que se embasar não é algo racional.
E, nesse momento, a única coisa que estou tentando fazer é usar a razão na esperança de que ela ponha fim às angústias que a "outra face da moeda" criou.
sábado, 30 de maio de 2009
"As cartas que eu não mando"
Definitivamente, eu tenho uma mania para histórias de amor!
Cheguei à conclusão de que elas me perseguem , são uma parte inalienável de mim.
Eis então que minha inspiração hoje é a de escrever algo do tipo "as cartas que eu não mando" (pequeno plágio do título de uma música do Leoni que, por acaso, eu estou a ouvir agora!).
E, só pra deixar claro (com o perdão do trocadilho!), qualquer coincidência é mera semelhança!
Agora, à carta!
Eu sei muito bem, você não é meu, nunca foi e, para minha infelicidade, as chances de nunca vir a ser são enormes. Minha cabeça/consciência/juízo (chame do que quiser!) sabem o que está acontecendo e o que devo fazer. No fundo, eu sei o que é certo, só não consegui aceitar isso. Sou controlada por algo muito maior, muito mais intenso e poderoso do que minha pobre razão. Meus sentimentos são sedentos de controle; mandam e desmandam ao bel-prazer; eu, irracional, obedeço. Tenho que confessar, o ciúme e o medo andam coordenando minhas atitudes e sei que estou errada em dar-lhes crédito. Eu até tento me controlar repetindo incontáveis vezes para mim mesma: "ele não é meu, não me pertence, não tem nenhum vínculo comigo!" Em vão. A parte de mim que me comanda insiste em se fazer de cega e surda. Sendo bem sincera, não aguento mais. Toda vez que enxergo outra garota em sua vida meu corpo parece queimar e, como reflexo, meus olhos tentam apagar o fogo, sem sucesso. Eu sei, você nunca viu isso acontecendo, nunca verá. Sei também o quanto isso é patético! Pior que isso só a luta que tenho todos os dias comigo mesma; desde que me apaixonei, você passou a existir em mim, a ser parte de mim, daquilo que sou e quero ser, daquilo que sonho, que almejo, que imagino;dentro de mim, você é um pedaço meu, fora, você é apenas...você. Por mais que me doa dizer isso, ainda me resta um pouco de sensatez que me impede de simplesmente ignorar os fatos; gostar de você não muda nada, não muda você nem seus sentimentos; gostar de você não faz você gostar de mim. Por isso, nesse momento, estou desistindo de lutar; lutar contra meus sentimentos, contra os seus, contra as circunstâncias...estou assinando minha rendição.
Cheguei à conclusão de que elas me perseguem , são uma parte inalienável de mim.
Eis então que minha inspiração hoje é a de escrever algo do tipo "as cartas que eu não mando" (pequeno plágio do título de uma música do Leoni que, por acaso, eu estou a ouvir agora!).
E, só pra deixar claro (com o perdão do trocadilho!), qualquer coincidência é mera semelhança!
Agora, à carta!
Eu sei muito bem, você não é meu, nunca foi e, para minha infelicidade, as chances de nunca vir a ser são enormes. Minha cabeça/consciência/juízo (chame do que quiser!) sabem o que está acontecendo e o que devo fazer. No fundo, eu sei o que é certo, só não consegui aceitar isso. Sou controlada por algo muito maior, muito mais intenso e poderoso do que minha pobre razão. Meus sentimentos são sedentos de controle; mandam e desmandam ao bel-prazer; eu, irracional, obedeço. Tenho que confessar, o ciúme e o medo andam coordenando minhas atitudes e sei que estou errada em dar-lhes crédito. Eu até tento me controlar repetindo incontáveis vezes para mim mesma: "ele não é meu, não me pertence, não tem nenhum vínculo comigo!" Em vão. A parte de mim que me comanda insiste em se fazer de cega e surda. Sendo bem sincera, não aguento mais. Toda vez que enxergo outra garota em sua vida meu corpo parece queimar e, como reflexo, meus olhos tentam apagar o fogo, sem sucesso. Eu sei, você nunca viu isso acontecendo, nunca verá. Sei também o quanto isso é patético! Pior que isso só a luta que tenho todos os dias comigo mesma; desde que me apaixonei, você passou a existir em mim, a ser parte de mim, daquilo que sou e quero ser, daquilo que sonho, que almejo, que imagino;dentro de mim, você é um pedaço meu, fora, você é apenas...você. Por mais que me doa dizer isso, ainda me resta um pouco de sensatez que me impede de simplesmente ignorar os fatos; gostar de você não muda nada, não muda você nem seus sentimentos; gostar de você não faz você gostar de mim. Por isso, nesse momento, estou desistindo de lutar; lutar contra meus sentimentos, contra os seus, contra as circunstâncias...estou assinando minha rendição.
domingo, 3 de maio de 2009
"Gestação criativa"
O título deveria ser "ócio criativo" (como teria dito um tal sociólogo italiano!), mas como meu período ocioso foi surpreendentemente de quase 9(nooove!) meses, "gestação" acabou sendo o termo mais adequado. Enfim, aos fatos! Depois de tanto tempo sem escrever nada, tenho muito a escrever, muita história pra contar.Pra ser menos chata, resumirei ao máximo.Começei a namorar no início de agosto; durante o namoro minha vida foi palco de discussões, brigas, implicâncias e marcado por grandes esforços unidos a muita(muuuita!) paciência da minha parte; a paciência acabou, assim como a força de vontade que sustentava meus esforços. Terminei na véspera do ano-novo. Cinco meses que me custaram a paciência que eu tinha para os próximos cinco anos, sorte que a experiência foi ganha na mesma proporção.Depois desse período no purgatório resolvi que iria ficar sozinha por um (bom!) tempo. A princípio, essa era uma decisão certa e imutável; tudo ia bem até que, recentemente, o bendito do mosquitinho da paixão resolveu me picar e me contaminar com o vírus que há muito eu acreditava estar imune(até porquê eu pulei essa parte no meu último relacionamento-talvez por isso ele tenha dado tão errado!). Fato é que eu estou com todos os sintomas da famosa "paixonite" e, mesmo sem ter nenhum plano para tal moléstia, não quero remédios tão cedo.
domingo, 24 de agosto de 2008
Jogo dos 7 erros!
Sabe...Relacionamentos parecem um jogo!Você tem táticas, elabora estratégias, fica na defensiva, ataca, recua, torce, tenta, vibra, grita, fica sem ar, coração a mil e, no fim das contas, tudo o que você quer é que não termine "no zero a zero". Mas, como lidar com um jogo em que seu objetivo é fazê-lo terminar EMPATADO? Ninguém pode ganhar, ninguém quer perder... Você não pode passar por cima dos jogadores do outro time, aquelas coisinhas estranhas chamadas SENTIMENTOS.(até porque, o técnico do outro time nem sempre sabe controlá-los muito bem...) Resta a você rezar para que os jogadores não começem a brigar entre si e deixem qualquer santo louco!
Mas deixemos as metáforas de lado agora!
Há um mês, escrevi a respeito dos meus 7 pretendentes. E é hora de falar deles novamente!
Trinta dias mudam muita coisa! No meu caso, mudou tudo!Dos sete, resta apenas um "guerreiro"(o que tinha uma espécie de amor platônico por mim!), que, por sinal, tem causado muita confusão na minha vida! Ele já deveria ter desistido, assim como os outros! A situação agora é outra, mas parece que ele não percebeu isso(mesmo eu já tendo dito a ele!). Mas eu não o culpo, afinal, já estive na pele dele e sei o quão complicado isso é! Como li certa vez, "difícil não é lutar pelo que mais se quer, e sim, desistir do que mais se ama...", e sou obrigada a concordar! Até certo ponto, a gente consegue administrar as situações e fazê-las sair da maneira como planejamos. Mas quase sempre não é essa a realidade! O improvável insiste em acontecer e você perde o controle do que está fazendo, do que está havendo, do que está sentindo... E a única saída parece ser a de tomar a difícil decisão de desistir.
Eu já insisti e desisti várias vezes(talvez vezes até demais)...
Mas hoje, prefiro simplesmente não lembrar e dizer que esqueci!
Mas deixemos as metáforas de lado agora!
Há um mês, escrevi a respeito dos meus 7 pretendentes. E é hora de falar deles novamente!
Trinta dias mudam muita coisa! No meu caso, mudou tudo!Dos sete, resta apenas um "guerreiro"(o que tinha uma espécie de amor platônico por mim!), que, por sinal, tem causado muita confusão na minha vida! Ele já deveria ter desistido, assim como os outros! A situação agora é outra, mas parece que ele não percebeu isso(mesmo eu já tendo dito a ele!). Mas eu não o culpo, afinal, já estive na pele dele e sei o quão complicado isso é! Como li certa vez, "difícil não é lutar pelo que mais se quer, e sim, desistir do que mais se ama...", e sou obrigada a concordar! Até certo ponto, a gente consegue administrar as situações e fazê-las sair da maneira como planejamos. Mas quase sempre não é essa a realidade! O improvável insiste em acontecer e você perde o controle do que está fazendo, do que está havendo, do que está sentindo... E a única saída parece ser a de tomar a difícil decisão de desistir.
Eu já insisti e desisti várias vezes(talvez vezes até demais)...
Mas hoje, prefiro simplesmente não lembrar e dizer que esqueci!
sábado, 2 de agosto de 2008
Amor cego!?
De todas as histórias de "amor"(peguei por hábito sempre por o dito amor entre aspas, pois não sei ao certo o que pode ou não ser assim denominado...) que já presenciei, nenhuma me fugiu à regra de repensar se o amor é mesmo cego como dizem. E depois de tanto pensar e repensar, percebi que, de cego, o amor não tem é NADA! Muito pelo contrário! O amor é que nos faz ver com maior clareza. Passamos a enxergar até o invisível(o inexplicável, incompreensível e inexistente também!).
Quando alguém se apaixona, passa a perceber beleza em coisas que ninguém mais vê...Tudo que até então era normal, se torna mágico, como que por milagre! Um jeito de rir, de falar, de brincar, de fazer piada, de piscar, de respirar(ou suspirar...) se torna magnífico aos olhos de quem ama.Principalmente, a personalidade e o jeito de agir da pessoa amada a torna L-I-N-D-A e, permitindo certo exagero, perfeita(mesmo com todos os defeitos do mundo e sendo, para o resto dos mortais, apenas mais uma na multidão!).
Vendo isso tudo, acabo chegando à conclusão de que amar é, simplesmente, inexplicável(assim como o que vemos em quem amamos...)! Algo que resumiria bem o que tentei explicar aqui hoje(que, por fim, acabei por não chegar exatamente aonde queria...), seria uma frase.
"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos." (O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry)
Quando alguém se apaixona, passa a perceber beleza em coisas que ninguém mais vê...Tudo que até então era normal, se torna mágico, como que por milagre! Um jeito de rir, de falar, de brincar, de fazer piada, de piscar, de respirar(ou suspirar...) se torna magnífico aos olhos de quem ama.Principalmente, a personalidade e o jeito de agir da pessoa amada a torna L-I-N-D-A e, permitindo certo exagero, perfeita(mesmo com todos os defeitos do mundo e sendo, para o resto dos mortais, apenas mais uma na multidão!).
Vendo isso tudo, acabo chegando à conclusão de que amar é, simplesmente, inexplicável(assim como o que vemos em quem amamos...)! Algo que resumiria bem o que tentei explicar aqui hoje(que, por fim, acabei por não chegar exatamente aonde queria...), seria uma frase.
"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos." (O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry)
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Uma história
"Uma adolescente(...)com muita história para contar..."
Eu tenho mesmo, várias histórias a contar (e inúmeras outras a ocultar!), assim como qualquer outra pessoa.
Porém, creio que eu tenho certa mania para as de "amor", pois só com elas, eu seria capaz de escrever um livro(bem grande, por sinal!), com tamanha riqueza de detalhes(que a "boa memória" ainda não me permitiu esquecer!), que até o leitor mais paciente se cansaria com facilidade.
Aqui, as minúcias ficarão subentendidas(assim como os acontecimentos passados!).Agora, à história!
A situação atual é crítica!Um número que eu sempre tive costume de afirmar ser "da sorte", hoje parece me perseguir!SETE!Sete são os "pretendentes"(qualquer outra expressão mais "moderninha" vulgarizaria o caso!).Cada um tem uma personalidade característica, um comportamento peculiar, uma forma diferente de expressar os sentimentos e pensamentos(confesso que de uns,nem sei bem o que se passa pela cabeça!).Todos demonstram o interesse pela minha companhia(a longo ou curtíssimo prazo!) como algo em comum.O mais complexo é que, dos sete, nenhum me provoca os "sintomas" típicos da paixão, não sinto frio na barriga, não olho o celular a cada dois minutos, não conto as horas pra ver ou conversar...não sinto nada do que costumava sentir em situações semelhantes.E,sinceramente,eu não sei explicar o porquê da minha "falta de sensibilidade".
É possível(mas muito improvável!) que eu esteja criando "imunidade" contra esse sentimento.Ou talvez,seja bem mais simples e,com tantos "quadros" para observar, eu tenha apenas me esquecido de reparar nos detalhes de cada um(e me apaixonar por esses detalhes, ou até sem motivo, como costumo fazer)...
Eu tenho mesmo, várias histórias a contar (e inúmeras outras a ocultar!), assim como qualquer outra pessoa.
Porém, creio que eu tenho certa mania para as de "amor", pois só com elas, eu seria capaz de escrever um livro(bem grande, por sinal!), com tamanha riqueza de detalhes(que a "boa memória" ainda não me permitiu esquecer!), que até o leitor mais paciente se cansaria com facilidade.
Aqui, as minúcias ficarão subentendidas(assim como os acontecimentos passados!).Agora, à história!
A situação atual é crítica!Um número que eu sempre tive costume de afirmar ser "da sorte", hoje parece me perseguir!SETE!Sete são os "pretendentes"(qualquer outra expressão mais "moderninha" vulgarizaria o caso!).Cada um tem uma personalidade característica, um comportamento peculiar, uma forma diferente de expressar os sentimentos e pensamentos(confesso que de uns,nem sei bem o que se passa pela cabeça!).Todos demonstram o interesse pela minha companhia(a longo ou curtíssimo prazo!) como algo em comum.O mais complexo é que, dos sete, nenhum me provoca os "sintomas" típicos da paixão, não sinto frio na barriga, não olho o celular a cada dois minutos, não conto as horas pra ver ou conversar...não sinto nada do que costumava sentir em situações semelhantes.E,sinceramente,eu não sei explicar o porquê da minha "falta de sensibilidade".
É possível(mas muito improvável!) que eu esteja criando "imunidade" contra esse sentimento.Ou talvez,seja bem mais simples e,com tantos "quadros" para observar, eu tenha apenas me esquecido de reparar nos detalhes de cada um(e me apaixonar por esses detalhes, ou até sem motivo, como costumo fazer)...
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